A Claritromicina comprimido revestido 500 mg é indicada para o tratamento de infecções de vias respiratórias superiores (como faringite e sinusite) e inferiores (como bronquite e pneumonia). Também é indicada para infecções de pele e tecidos moles (como foliculite, celulite e erisipela) causadas por microrganismos sensíveis à claritromicina.
Para que serve a Claritromicina
Claritromicina é um antibiótico indicado para tratar infecções causadas por bactérias sensíveis, como infecções das vias respiratórias (faringite, sinusite, bronquite, pneumonia) e infecções de pele e tecidos moles (foliculite, celulite, erisipela).
Como usar a Claritromicina
Tome pela boca, com ou sem alimentos, seguindo sempre a prescrição do médico. Não parta, abra ou mastigue o comprimido.
A dose habitual para adultos é 250 mg a cada 12 horas; em infecções mais graves a dose pode ser de 500 mg a cada 12 horas. A dose máxima diária é 1000 mg. Para erradicar H. pylori siga exatamente a combinação prescrita pelo médico.
Complete todo o tratamento, mesmo que melhore antes do término, para evitar recaída ou resistência bacteriana. Se tiver dúvidas sobre horários ou duração, consulte seu médico ou farmacêutico.
Como a Claritromicina funciona
Claritromicina pertence ao grupo dos macrolídeos e age impedindo as bactérias de produzir proteínas necessárias à sua sobrevivência. Em alguns casos a melhora aparece rápido; em outros pode demorar mais tempo, conforme orientação do médico.
Contraindicações e advertências da Claritromicina
Você não deve usar claritromicina se tiver alergia a macrolídeos, insuficiência hepática grave combinada com insuficiência renal, depuração de creatinina < 30 mL/min ou se for menor de 12 anos. Também é contraindicado com vários medicamentos que podem causar problemas graves no coração ou toxicidade.
- Contraindicações importantes: astemizol, cisaprida, pimozida, terfenadina, ticagrelor, ivabradina, ranolazina, alcaloides de ergot, midazolam oral, colchicina, lomitapida, lurasidona, lovastatina e sinvastatina.
- Evite se tiver histórico de prolongamento do intervalo QT, arritmia ventricular, Torsades de Pointes ou bradicardia grave.
- Use com cuidado se tiver doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, distúrbios de condução, hipomagnesemia, hipocalemia ou frequência cardíaca < 50 bpm, ou quando estiver usando outros medicamentos que prolonguem o QT.
- A claritromicina pode aumentar risco de sangramento com anticoagulantes e aumentar níveis de certos fármacos (ex.: lurasidona, lomitapida); informe sempre todos os medicamentos que usa, incluindo corticoterapia.
- Monitoramento: seu médico pode pedir exames de fígado, testes de coagulação e controle de glicemia se houver uso concomitante com hipoglicemiantes ou insulina.
Interrompa o uso e procure atendimento se surgir icterícia, urina escura, coceira intensa ou sinais de reação alérgica grave. Informe sempre seu médico sobre doenças do coração, rins, fígado ou baixa de potássio/magnésio antes de iniciar o tratamento.
Efeitos colaterais da Claritromicina (reações adversas)
Os efeitos mais comuns são náuseas, vômitos, dor abdominal, diarreia e alteração do paladar, geralmente leves. Informe seu médico se sentir efeitos persistentes ou intensos.
Reações comuns (1%–10%):
- insônia; alteração do paladar; dor de cabeça;
- diarreia, vômitos, indigestão, náusea e dor abdominal;
- alteração em testes de função hepática; erupção cutânea; suor excessivo; astenia e mialgia.
Reações incomuns (0,1%–1%):
- infecções fúngicas, leucopenia, alergia, diminuição do apetite, ansiedade, tontura, sonolência, tremor;
- vertigem, zumbido, perda auditiva, palpitações, prolongamento do QT, sangramento nasal;
- vários sintomas gastrointestinais adicionais e elevação de ALT/AST.
Reações de frequência desconhecida (relatadas pós-comercialização) incluem colite pseudomembranosa, agranulocitose, trombocitopenia, reações alérgicas graves (anafilaxia, angioedema), hipoglicemia, eventos psiquiátricos graves, convulsões, surdez, arritmias ventriculares graves (incluindo Torsades de Pointes), rabdomiólise, insuficiência hepática e renal, e síndromes cutâneas graves (Stevens-Johnson, DRESS). Relatos de toxicidade por colchicina, incluindo óbito, ocorreram em pacientes idosos e com insuficiência renal quando usados concomitantemente.
Se notar qualquer sintoma grave ou inesperado, procure assistência médica e comunique o profissional de saúde.
Interações medicamentosas da Claritromicina
Claritromicina pode interagir com muitos medicamentos e algumas combinações são contraindicadas. Informe sempre seu médico ou farmacêutico sobre todos os remédios que usa.
- Contraindicados: astemizol, cisaprida, pimozida, terfenadina, ticagrelor, ivabradina, ranolazina, alcaloides de ergot, midazolam oral, colchicina, lomitapida, lurasidona, lovastatina e sinvastatina.
- Médicos devem monitorar se usados juntos: anticoagulantes (varfarina, dabigatrana, rivaroxabana, apixabana, edoxabana) devido a risco aumentado de sangramento; hipoglicemiantes orais (nateglinida, repaglinida, rosiglitazona) e insulina por risco de hipoglicemia.
- Precaução com triazolam e midazolam intravenoso; hidroxicloroquina ou cloroquina pode aumentar risco de efeitos cardíacos.
Fale com seu médico antes de iniciar ou interromper qualquer outro medicamento durante o tratamento.
Claritromicina na gravidez e amamentação
A segurança da claritromicina na gravidez e amamentação não está estabelecida; a substância passa para o leite materno. Use somente se o médico considerar necessário.
Informe ao médico se engravidar durante o tratamento ou se estiver amamentando; o profissional avaliará risco e acompanhamento necessários.
Superdose e dose esquecida da Claritromicina
Em caso de ingestão de grande quantidade, sintomas gastrointestinais podem ocorrer. Procure socorro médico imediatamente e leve a embalagem.
Tratamento em emergência pode incluir eliminação do produto não absorvido, preferindo-se lavagem gástrica o mais cedo possível; hemodiálise e diálise peritoneal não são efetivas para remover claritromicina.
Se esquecer uma dose, tome assim que lembrar e informe seu médico. Não dobre a próxima dose para compensar a esquecida. Em caso de dúvidas, consulte o farmacêutico ou o médico.
Composição da Claritromicina
Cada comprimido contém 500 mg de claritromicina. Além do princípio ativo, o comprimido traz excipientes como amido, croscarmelose sódica, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, dióxido de titânio, propilenoglicol, talco e hipromelose.
Atenção: contém o corante dióxido de titânio.
Como guardar a Claritromicina
Guarde em temperatura ambiente entre 15ºC e 30ºC, protegido da umidade, na embalagem original e fora do alcance de crianças.
Verifique o lote e as datas na embalagem. Não use após o prazo de validade e, se notar mudança no aspecto mesmo dentro do prazo, consulte o farmacêutico antes de usar.
Dizeres legais
Registro: .1.4107.0628
Registrado e produzido por:
Ou
Produzido por:
Laboratório Servier do Brasil Ltda.
Estrada dos Bandeirantes, n.º 4211 – B. Jacarepaguá
22775-113 - Rio de Janeiro - RJ
Registrado por:
Venda sob prescrição médica, com retenção da receita.
Medicamento Genérico - Lei nº 9.787/99.
Sobre as informações desta página
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Nunca se automedique. Consulte sempre um profissional de saúde para avaliação, diagnóstico e tratamento. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, fale com o farmacêutico responsável da Farmácias Nissei.
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