O Clindamin-c® (cápsula dura 300 mg) é um antibiótico indicado no tratamento de infecções causadas por bactérias. Está indicado para infecções do trato respiratório superior e inferior, de pele e partes moles, infecções pélvicas e do trato genital feminino, infecção dentária e infecções de ossos e articulações.
Para que serve o Clindamin-c
Clindamin-C® é um antibiótico usado para tratar infecções causadas por bactérias em várias partes do corpo.
Ele pode ser indicado para infecções do trato respiratório (superior e inferior), da pele e tecidos moles, infecções pélvicas e do trato genital feminino, infecções dentárias e infecções dos ossos e articulações.
Como usar o Clindamin-c
O tempo e a dose do tratamento dependem do tipo e da gravidade da infecção, e serão definidos pelo seu médico.
Em adultos, a dose diária recomendada varia de 600 mg a 1.800 mg, dividida em 2, 3 ou 4 tomadas ao longo do dia. Para amidalite e faringite por estreptococo, a orientação é 300 mg (uma cápsula de 300 mg) duas vezes ao dia, durante 10 dias.
Em doença inflamatória pélvica iniciada por via intravenosa, a continuação oral costuma ser de 450–600 mg a cada 6 horas até completar 10–14 dias no total. Tome o medicamento com um copo cheio de água e evite deitar-se nas 30 minutos após a dose para reduzir risco de irritação do esôfago. Não parta, abra ou mastigue as cápsulas.
Como o Clindamin-c funciona
Clindamin-C® age impedindo que as bactérias fabriquem proteínas necessárias para seu crescimento e multiplicação, o que limita a infecção.
A maior concentração no sangue costuma ser atingida cerca de 45 minutos após a ingestão da cápsula.
Contraindicações e advertências do Clindamin-c
Você não deve usar Clindamin-C® se já teve reação alérgica à clindamicina, à lincomicina ou a qualquer componente da fórmula.
Reações alérgicas graves e reações cutâneas extensas (como DRESS, Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica) foram relatadas. Se surgir erupção cutânea, febre, inchaço ou sintomas alérgicos, interrompa o uso e procure atendimento.
Antibióticos podem alterar a flora intestinal e permitir crescimento excessivo de Clostridioides difficile, causando diarreia grave que pode aparecer até dois meses após o uso. O medicamento também pode afetar fígado e rins; tratamentos prolongados exigem monitoramento laboratorial. Não deve ser usado para meningite.
Grávidas e lactantes só devem usar com orientação médica: a clindamicina passa para o leite materno e pode causar efeitos no bebê. Informe seu médico sobre todos os medicamentos que usa, especialmente agentes que bloqueiam a transmissão neuromuscular e rifampicina, que podem reduzir a eficácia ou aumentar riscos. Não interrompa o tratamento sem orientação médica.
Efeitos colaterais do Clindamin-c (reações adversas)
Como todo medicamento, Clindamin-C® pode causar reações. Informe seu médico se notar qualquer sintoma novo ou incomum.
- Comuns (1%–10%): colite pseudomembranosa por C. difficile, eosinofilia, diarreia, rash maculopapular, alterações em exames de função hepática.
- Incomuns (0,1%–1%): alteração do paladar, dor abdominal, vômito, náusea, urticária.
- Raras (0,01%–0,1%): eritema multiforme, prurido.
- Frequência não conhecida: colite por C. difficile, infecção vaginal, agranulocitose, neutropenia, trombocitopenia, leucopenia, choque anafilático/anafilactoide, síndrome de Kounis, hipersensibilidade, esofagite/úlcera esofágica (incluindo esofagite necrosante), icterícia, necrólise epidérmica tóxica, síndrome de Stevens-Johnson, DRESS, pustulose exantemática aguda generalizada, angioedema, dermatite esfoliativa/bolhosa, vasculite cutânea, rash morbiliforme, exantema intertriginoso/flexural e lesão renal aguda.
Comunique qualquer reação ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico e ao serviço de atendimento da empresa.
Interações medicamentosas do Clindamin-c
Algumas medicações podem interagir com Clindamin-C® e alterar seus efeitos ou aumentar riscos.
- Medicamentos que bloqueiam a comunicação neuromuscular — podem potencializar efeitos sobre os músculos.
- Rifampicina — pode reduzir a eficácia da clindamicina.
Conte sempre ao seu médico todos os medicamentos que usa antes de iniciar Clindamin-C®.
Clindamin-c na gravidez e amamentação
Clindamin-C® não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
A clindamicina é excretada no leite materno e pode provocar diarreia, sangue nas fezes ou erupção no bebê. O uso durante a lactação deve ser avaliado e acompanhado pelo profissional de saúde; não amamente sem orientação médica.
Superdose e dose esquecida do Clindamin-c
Em caso de superdose, o tratamento é de suporte e sintomático; procure socorro médico imediatamente e, se possível, leve a embalagem do medicamento.
Se esquecer uma dose, tome-a assim que lembrar. Se estiver perto do horário da dose seguinte, pule a dose esquecida e continue o esquema normal; não tome dose dupla para compensar. Em caso de dúvidas, consulte seu médico ou farmacêutico.
Composição do Clindamin-c
Cada cápsula contém cloridrato de clindamicina equivalente a 300 mg de clindamicina.
- Cloridrato de clindamicina (338,457 mg, equivalente a 300 mg de clindamicina)
- Excipientes: amido, talco, estearato de magnésio, dióxido de silício e croscarmelose sódica.
Excipiente q.s.p. 1 cápsula.
Como guardar o Clindamin-c
Guarde em temperatura ambiente entre 15°C e 30°C e proteja da umidade.
Mantenha na embalagem original e não use após o prazo de validade. Antes de usar, verifique o aspecto do medicamento; se notar alteração, consulte o farmacêutico. Mantenha fora do alcance das crianças.
Dizeres legais
Registro no 1.0370.0627
Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva
CRF-GO no 2.659
Registrado e produzido por:
LABORATÓRIO TEUTO
BRASILEIRO S/A.
CNPJ - 17.159.229/0001-76
VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 - DAIA
CEP 75132-140 - Anápolis - GO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
Venda sob prescrição médica, com retenção da receita.
Sobre as informações desta página
As informações apresentadas nesta página são baseadas na bula oficial do medicamento, conforme atualização de 10/04/2026, e têm caráter exclusivamente informativo. Elas não substituem a bula que acompanha o produto nem a orientação de um médico ou farmacêutico.
Nunca se automedique. Consulte sempre um profissional de saúde para avaliação, diagnóstico e tratamento. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, fale com o farmacêutico responsável da Farmácias Nissei.
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