O Fusor solução oral 20 mg/mL (frasco-ampola de 15 mL) é indicado para o tratamento e prevenção da recaída ou recorrência da depressão, e para o tratamento do transtorno do pânico (com ou sem agorafobia), do transtorno de ansiedade generalizada, do transtorno de ansiedade social e do transtorno obsessivo-compulsivo. Consulte um profissional de saúde para orientações sobre uso.
Para que serve o Fusor
Fusor é indicado para tratar vários transtornos do humor e da ansiedade, além de prevenir recaídas da depressão.
- Tratamento e prevenção da recaída ou recorrência da depressão.
- Tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia.
- Transtorno de ansiedade generalizada (TAG).
- Transtorno de ansiedade social (fobia social).
- Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
O uso deve seguir orientação médica, que vai escolher a dose e a duração conforme seu caso.
Como usar o Fusor
Tome Fusor por via oral, uma vez ao dia, sempre no mesmo horário e com ou sem alimentos. A solução oral pode ser diluída em água, suco de laranja ou suco de maçã; não verta o líquido diretamente na boca.
Posologia geral (ajustada pelo médico):
- Depressão: dose usual 10 mg ao dia, podendo aumentar até 20 mg/dia conforme resposta; tratamento mínimo frequentemente de 6 meses após remissão.
- Transtorno do pânico: iniciar 5 mg/dia na 1ª semana, seguindo para 10 mg/dia; pode chegar a 20 mg/dia se necessário.
- Ansiedade social, TAG e TOC: dose usual 10 mg/dia, podendo variar entre 5 mg e 20 mg/dia conforme tolerância e resposta.
- Idosos (>65 anos): iniciar com 5 mg/dia; ajuste até 10 mg/dia conforme avaliação médica.
Não interrompa o tratamento sem orientação; a suspensão costuma ser feita gradualmente para reduzir sintomas de descontinuação. Não partir, mastigar ou abrir comprimidos.
Como o Fusor funciona
Fusor pertence ao grupo dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS). Ele atua no cérebro para ajustar níveis de neurotransmissores, principalmente a serotonina, relacionados aos sintomas de depressão e ansiedade.
Os efeitos costumam aparecer a partir de duas semanas, às vezes mais; mantenha o uso conforme orientação médica e informe se não houver melhora ou se piorar.
Contraindicações e advertências do Fusor
Você não deve usar Fusor se for alérgico a seus componentes ou se estiver em uso de inibidores da monoaminoxidase (IMAO), incluindo selegilina, moclobemida ou linezolida. Também é contraindicado em casos de síndrome congênita de QT longo ou uso de medicamentos que afetem o ritmo cardíaco.
Atenção e informe seu médico se tiver:
- História de convulsões, epilepsia ou tendência a sangramentos.
- Doença cardíaca, bradicardia, insuficiência cardíaca ou alteração de eletrólitos (potássio/magnésio baixos).
- Comprometimento renal ou hepático; pode ser necessário ajuste de dose.
- Diabetes, pois pode alterar controle glicêmico.
- Estar em terapia eletroconvulsiva, gravidez, amamentação ou plano de gravidez.
Fusor pode causar tontura, desmaios ou prejudicar sua capacidade de dirigir/operar máquinas. Informe todos os medicamentos que utiliza; algumas associações aumentam riscos sérios, inclusive de arritmia ou síndrome serotoninérgica. Se notar sinais de mania, inquietude intensa, pensamentos suicidas ou piora súbita, contate o médico imediatamente.
Efeitos colaterais do Fusor (reações adversas)
Fusor pode causar efeitos indesejáveis; muitos são leves e transitórios. Procure seu médico caso apareçam sintomas preocupantes.
Reações por frequência:
- Muito comuns (>10%): náusea; dor de cabeça.
- Comuns (1–10%): congestão nasal, alterações de apetite, ansiedade, insônia, sonolência diurna, tontura, bocejos, tremores, parestesias, diarreia, constipação, vômitos, boca seca, sudorese aumentada, dores musculares e articulares, disfunção sexual, cansaço, febre e ganho de peso.
- Incomuns (0,1–1%): sangramentos imprevistos, erupções cutâneas, ranger de dentes, agitação, panic attacks, confusão, síncope, midríase, alterações visuais, tinnitus, perda de cabelo, sangramento vaginal, perda de peso, taquicardia, edema e epistaxe.
- Raras (0,01–0,1%): reações alérgicas graves (inchaço/respiração difícil), síndrome serotoninérgica, agressividade, alucinações e diminuição dos batimentos cardíacos.
- Frequência desconhecida: pensamentos suicidas, hiponatremia, hipotensão ortostática, alterações hepáticas, movimentos involuntários, priapismo, alterações de coagulação e prolongamento do intervalo QT.
Se apresentar dificuldade para urinar, convulsões, icterícia ou batimentos cardíacos irregulares e desmaios, procure emergência imediatamente.
Interações medicamentosas do Fusor
Muitos medicamentos interagem com Fusor e podem causar reações graves; informe sempre ao seu médico ou dentista sobre todos os remédios e fitoterápicos que usa.
- Não combine com IMAOs (fenelzina, iproniazida, isocarboxazida, nialamida, tranilcipromina) — aguarde o intervalo recomendado entre paradas/inícios.
- Linha de risco: selegilina, moclobemida, linezolida, lítio, triptofano, sumatriptana e similares, tramadol, bupropiona e mefloquina (risco aumentado de efeitos adversos ou convulsões).
- Medicamentos que aumentam Fusor no organismo: cimetidina, lansoprazol, omeprazol, fluvoxamina e ticlopidina.
- Atenção com anti-inflamatórios, aspirina e anticoagulantes (varfarina, dipiridamol, femprocumona) — risco aumentado de sangramento; o tempo de coagulação deve ser monitorado.
- Não usar com antiarrítmicos das classes IA e III, certos antipsicóticos, tricíclicos e alguns antimicrobianos ou antimaláricos que prolongam o QT.
Em caso de dúvidas sobre combinações, consulte seu médico antes de iniciar ou interromper qualquer medicação.
Fusor na gravidez e amamentação
Informe seu médico se está grávida, planeja engravidar ou amamenta. Fusor não deve ser usado na gravidez ou durante a amamentação sem avaliação dos riscos e benefícios.
Se usado nos últimos três meses de gravidez, o recém-nascido pode apresentar problemas respiratórios, alterações na temperatura, alimentação, convulsões, icterícia, tremores e outros sinais; procure o médico se houver sintomas. Há também risco de hipertensão pulmonar persistente do recém-nascido (HPPN) nas primeiras 24 horas. Fusor é excretado no leite materno; a amamentação exige avaliação médica. Não interrompa abruptamente durante a gravidez.
Superdose e dose esquecida do Fusor
Em caso de superdose, procure imediatamente atendimento médico ou hospitalar, mesmo sem sintomas. Não existe antídoto específico; o tratamento é de suporte. Leve a embalagem se possível.
Sintomas de superdose: tontura, tremores, agitação, vômitos, convulsões, coma, alterações do ritmo cardíaco, queda da pressão arterial e desequilíbrio de fluidos/eletólitos.
Se esquecer uma dose: se lembrar antes de deitar, tome excepcionalmente; caso contrário, pule a dose esquecida e retome o esquema habitual no dia seguinte. Não dobre a dose. Em dúvida, fale com o farmacêutico ou médico.
Composição do Fusor
Cada comprimido de Fusor contém oxalato de escitalopram equivalente a 10 mg, 15 mg ou 20 mg de escitalopram, conforme a apresentação. A solução oral contém 20 mg de escitalopram por ml (20 gotas).
Excipientes (comprimidos): celulose microcristalina, amido, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, dióxido de titânio, álcool polivinílico e macrogol. Atenção: contém lactose monoidratada.
Excipientes (solução oral): hidróxido de sódio e água purificada.
Como guardar o Fusor
Conserve Fusor em temperatura ambiente entre 15 ºC e 30 ºC, protegido da luz e da umidade, e mantenha fora do alcance de crianças.
Mantenha o frasco na posição vertical para a solução oral. Antes de usar, observe o aspecto: os comprimidos são brancos; a solução é límpida, incolor e inodora. Não utilize após o prazo de validade e guarde na embalagem original.
Dizeres legais
III – DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0792
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP ou Cabo de Santo Agostinho - PE
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
III – DIZERES LEGAIS
MS - 1.0573.0792
Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP n° 30.138
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 – 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ: 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Venda sob prescrição médica, com retenção da receita.
Sobre as informações desta página
As informações apresentadas nesta página são baseadas na bula oficial do medicamento, conforme atualização de 09/04/2026, e têm caráter exclusivamente informativo. Elas não substituem a bula que acompanha o produto nem a orientação de um médico ou farmacêutico.
Nunca se automedique. Consulte sempre um profissional de saúde para avaliação, diagnóstico e tratamento. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, fale com o farmacêutico responsável da Farmácias Nissei.
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